QUEM SOMOS. O QUE FAZEMOS.

A Academia do Futuro/School of Strategy and Executive Intelligence é um departamento do Instituto da Inteligência vocacionado para a prestação de conferências, seminários, formação e divulgação sobre temas como liderança, inteligência executiva, criatividade, inovação e desenvolvimento pessoal.
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População humana estabilizará em 2200

De acordo com as “Determinantes e Consequências de Tendências Populacionais” da Organização das Nações Unidas, o primeiro ser humano da nossa espécie (o homo sapiens sapiens) surgiu 50 mil anos atrás. Pouco se sabe sobre aquela época e quantos éramos então, mas o número estimado de habitantes para o período da revolução agrícola no Oriente Médio, em 9.000 a.C., é de 5 milhões.

Da revolução agrícola até a ascensão do Império Romano, a população cresceu devagar – menos de 0,10% ao ano –, alcançando aproximadamente 300 milhões de habitantes por volta do ano 1 d.C. A “Peste Negra”, no século 14, matou pelo menos 75 milhões.

Até 1650, a população mundial havia crescido para aproximadamente 500 milhões. Em meados de 1800, com os avanços da agricultura e a melhoria do saneamento básico a população dobrou, ultrapassando a marca de um mil milhões de habitantes. E em 2002, a população do planeta alcançou 6,2 mil milhões de pessoas.

Para o ano de 2050, a ONU projecta uma variação entre 7,3 mil milhões e 10,7 mil milhões de habitantes. A população mundial irá se estabilizar por volta de 2.200, em mais ou menos 10 mil milhões de habitantes (curiosamente um número inferior às pessoas que já viveram na Terra ao longo de toda a história).

QUAL A SUA RELAÇÃO COM A TECNOLOGIA?

Numa sociedade que está tecnologicamente a avançar rapidamente (pelo menos comparando com o ritmo de Eras recentes) e, com isso, a transformar as nossas vidas (quem é que não tem telemóvel ou celular? E computador?) começaram a surgir diversos movimentos: uns a favor da tecnologia ao serviço do homem, outros a favor da condenação e destruição das máquinas e por aí adiante.

Reunimos aqui algumas das principais correntes. Você identifica-se com alguma delas?

CATASTROFISMO - embora defenda a tecnologia, este movimento vive com medo de um cataclismo global do tipo "bomba nuclear" devido aos avanços da Ciência e da Tecnologia e que teve o seu apogeu durante a Guerra Fria. Foi uma época que se inciou nos anos 50 e que fez temer um confronto entre os Estados Unidos e a União Soviética tendo atingido o seu momento crítico com a tentativa de envio de armas nucleares por parte dos sovietes para Cuba. Deu origem a numerosas seitas como a liderada por Royce Elms (líder da Primeira Igreja Pentecostal de Amarillo) que acreditava que a América ia ser alvo de um ataque nuclear por desígnio de Deus(!).

TRANS-HUMANISMO - segundo os seus princípios, a tecnologia deve estar ao serviço do Homem e o seu progresso só poderá conduzir-nos para uma sociedade mais evoluída e feliz (combate mais eficaz de doenças, deslocações mais fáceis e menos caras graças a novos tipos de aviões, automóveis e outros meios de transporte, uso para fins pacíficos da inteligência artificial, desenvolvimento de robots inteligentes e servis, criação de próteses que facilitem a vida de pessoas incapacitadas devido a doenças cardiovasculares, neurológicas e acidentes, etc).

SINGULARITANISMO - os seus seguidores vão mais longe do que os anteriores e acreditam que o homem será capaz de desenvolver sistemas super-inteligentes, ou seja, mais inteligentes que ele próprio. Os seus opositores, os ECO-ANARQUISTAS (ver em baixo), acreditam que os interesses militares e industriais envolvidos no desenvolvimento tecnológico constituem um perigo a considerar. A propósito: em 2009, a NASA, a Google e outras empresas, criaram a Singularity University, na Califórnia, onde se preparam os líderes da próxima Era Tecnológica baseada na inteligência artificial (o custo dos cursos ronda os 25 mil dólares). O termo "singularidade" foi criado por Vernor Vinge, em 1993, para descrever o momento em que os computadores ultrapassarão as capacidades do cérebro humano. Diga-se, de passagem, que quanto a atividades lógico-matemáticas, já há computadores com super memórias e dotados de raciocínio exato (o chamado "paradoxo de Moravec" afirma que raciocinar exige pouca computação e por isso é matematicamente possível tornar um computador super inteligente; alguns já simulam comportamentos emocionais). Vantagem: o que se aprende na construção destas máquinas pode ter aplicação prática na medicina, o que levou, por exemplo, à criação de próteses impensáveis há 10 anos). Este é o movimento mais pujante na atualidade. Ver a universidade acima citada em: http://singularityu.org/.

TECNOPROGRESSIVISMO - este movimento defende que a tecnologia deve estar ao serviço da distribuição justa dos seus custos, riscos e benefícios sem o que o conhecimento não representa qualquer avanço. Os seus membros mais radicais apoiam o direito de cada pessoa modificar o seu corpo e a própria mente com o recurso à ciência.

Contra estes movimentos - que os espíritos mais cépticos chamam de "tecno-utopistas" ou "tecno-idealistas - existem três grandes grupos:

- OS BIOCONSERVADORES (ou bioludistas), herdeiros de movimento social do século XIX, que se opõem à substituição da mão-de-obra humana por máquinas por recearem que a tecnologia possa ameaçar a ordem social;

- OS ECO-ANARQUISTAS, que se opõem aos "singularitanos" (ver acima SINGULARITANISMO) e que acreditam em teorias de conspiração desenvolvidas pelos governos das nações mais poderosas, dos militares e das grandes corporações industriais; e

- OS PRIMITIVISTAS, que se opõem a todo o progresso tecnológico e defendem o regresso do homem aos modos de vida de há 10 mil anos baseados na caça, na pesca e na apanha de frutas e outros vegetais para alimento das comunidades humanas.

Nelson S Lima

Você tem qualificação profissional?

Pelo menos 70% dos alunos formados em cursos técnicos conseguem emprego na sua especdialidade. Os novos mercados de trabalho na Europa, na América e no Extremo Oriente, competitivo em vários setores, procuram sobretudo técnicos qualificados.


Mais do que nunca, e especialmente numa Europa que procura desesperadamente sair da crise, todas as empresas exigem qualificação e também experiência. A falta destes dois requisitos causa o desemprego pelo que é urgente repensar a carreira. Uma Pesquisa do Ministério da Educação do Brasil aponta que o trabalhador com educação profissional ganha 13% mais do que os demais sem preparação. Este valor varia, porém, de país para país e de setor para setor.

O que é o sentido crítico?

Um das habilidades que devem estar presentes no mundo dos negócios é o sentido crítico - uma aptidão relacionada com aquilo que o filósofo grego Aristóteles chamava de “juizo” e que ele dizia ser “uma das faculdades da alma, obra do pensamento e da sensação”. O sentido crítico pertence ao domínio da inteligência executiva. Entende-se que um indivíduo dotado de sentido crítico “é aquele que possui a capacidade de analisar e discutir problemas inteligente e racionalmente, sem aceitar, de forma automática, as suas próprias opiniões ou opiniões alheias” - escreve o profbssor de psicologia David Carraher. O sentido crítico pode também ser definido como “um processo de formação de uma opinião ou conclusão baseada em informação acerca de uma situação e, idealmente, chegar a uma conclusão que pondera e reconhece os elementos importantes do tema” - dizem os psiquiatras Paula Trzepacz e Robert Baker. O sentido crítico resulta de uma conjugação de factores relacionados não só com a inteligência mas também com a personalidade, o humor, capacidades cognitivas diversas e circunstências da vida, podendo ser afectado por factores culturais e sociais. A sua relação com a inteligência é muito grande. De tal forma que as pessoas com atrasos mentais, não sendo geralmente capazes de pensamentos abstractos, apresentam uma capacidade muito limitada de formular juizos. As características da pessoa com sentido crítico são as seguintes: - alta habilidade para pensar criticamente e lógicamente; - uma atitude de constante curiosidade intelectual; - critica de si mesmo e dos outros; - gosta de investigar e fazer muitas perguntas; - entende com facilidade princípios gerais; - não é propensa a aceitar afirmações, respostas e avaliações superficiais; - revela habilidade na compreensão da estrutura de argumentos em linguagem natural; - é capaz de fazer a distinção entre questões de facto, de valor e questões conceituais; - mostra habilidade para penetrar até ao cerne de uma discussão ou debate; - tem geralmente um sentido de humor desenvolvido; - humildade quanto baste; e uma boa dose de inteligência dita "emocional"! (O "sentido crítico" tem sido o tema central de algumas palestras que tenho proferido em escolas e empresas).

MUDANÇA DE PERCEPÇÃO

Antigamente, os patrões eram os "patrões", os "donos". Nós precisávamos deles para ganhar dinheiro. AGORA SÃO AS EMPRESAS - e os seus proprietários - que precisam dos empregados e, sobretudo, dos melhores, daqueles que são vitais quer para a inovação, quer para a produção, quer para a venda. As regras do jogo mudaram.

SEU PATRÃO É SEU CLIENTE. PENSE NISSO.


Digo isto há anos: os patrões são os clientes dos empregados! Esta é a grande verdade do mundo atual. Ora acompanhe o meu raciocínio.

As empresas são iniciativas privadas de pessoas (individuais ou em sociedade) que visam a realização e venda de um ou mais produtos ou serviços de utilidade para algum mercado específico (os mercados podem ser divididos em diferentes tipos, setores e segmentos).

Obviamente que o primeiro objetivo de uma empresa é o lucro, sendo isso perfeitamente justo. Na verdade, as empresas são os investimentos dos seus proprietários e, muitas vezes, a sua única fonte de rendimento.

Para terem lucro, as empresas necessitam de fabricar e/ou distribuir/vender produtos e/ou serviços que tenham procura, ou seja, que tenham compradores e consumidores (sejam outras empresas, sejam os consumidores finais). Devem pois corresponder a necessidades (objetivas ou subjetivas), terem atributos como utilidade, qualidade, funcionalidade e preço compatível. Para que tudo isso aconteça e para que uma empresa exista necessita de ter, além de clientes, empregados e outros colaboradores (em part-time, contratados e muitas vezes outras empresas que lhes vendem serviços).

Nenhuma empresa resiste sem ter clientes como também não resiste sem ter empregados. São estes que ajudam à sua laboração e a viabilizam com o seu trabalho individual e conjunto. Se é verdade que os empregados são pessoas que precisam de ter trabalho não é menos verdade que os "patrões" (sejam banqueiros, sejam lojistas ou quaisquer outros) precisam das competências e aptidões dos empregados. Estes representam o que se chama "capital humano".

Só que os tempos mudaram (e as estruturas e exigências dos mercados também) e o "capital humano" passou a "capital intelectual". Ou seja, não interessa apenas ter trabalhadores mas trabalhadores inteligentes, criativos, competentes, dedicados, motivados, etc. O "capital" deixou de ser o dinheiro para ser o "intelecto".

Nenhuma empresa sobrevive sem este capital que, frequetemente, vale mais do que o dinheiro propriamente dito. Antigamente, os patrões eram os "patrões", os "donos". Nós precisávamos deles para ganhar dinheiro.

AGORA SÃO AS EMPRESAS - e os seus proprietários - que precisam dos empregados e, sobretudo, dos melhores, daqueles que são vitais quer para a inovação quer para a produção quer para a venda. As empresas contratam os empregados. Os melhores, se possível.

Então as coisas ficam voltadas ao avesso. São as empresas que precisam dos empregados (mais do que nunca) tal como precisam dos clientes. E não os clientes que precisam das empresas, nem os empregados que precisam das empresas.

Veja-se, pois, o poder das greves. É que as empresas paralisam quando os empregados baixam os braços. E as empresas perdem "capital" quando um bom trabalhador prefere escolher outro "patrão". Nestes tempos difíceis, os empregados sentem-se ansiosos e até inseguros porque sabem que não há muitas alternativas. Precisam do seu trabalho e até aceitam laborar por menos dinheiro.

MAS, ATENÇÃO EMPRESÁRIOS! Se os melhores sairem vocês ficam "desfalcados" nas vossas competências e podem perder competitividade e clientes (ou seja, dinheiro).

SE VOCÊ PROCURA EMPREGO tente ser diferente dos outros candidatos. Aumente as suas habilidades, saberes e competências para se diferenciar dos restantes candidatos.

LEMBRE-SE QUE OS PATRÕES precisam dos empregados. E são eles que pagam o serviço que estes prestam. Ou seja, os patrões têm de comprar os serviços dos seus empregados.

ENTÃO, SE TÊM DE COMPRAR, são clientes! Ora bem, aqui chegados, qualquer patrão está disposto a comprar os serviços de um trabalhador que lhe ofereça uma mais-valia para o negócio dele. Se você não tem nada de especial quando se candidata a um emprego significa que terá muitos outros concorrentes que podem ter algo mais a oferecer. E um desses é que vai ficar com o emprego. Talvez saiba falar melhor. Talvez seja mais assertivo, etc. Ou talvez saiba russo (e isso interesse à empresa).

E ASSIM, se os patrões compram os serviços dos empregados (pagando com ordenados ou outras formas de pagamento) tornando-se assim nos seus "clientes" você PENSE como um FORNECEDOR de serviços (e não como um empregado ou um candidato a empregado).

Se atuar desta forma, não tenha medo da precaridade (muita gente trabalha com diversos "patrões" e ganha imenso dinheiro pois têm algo que os outros não têm, nomeadamente visibiidade). Sim, SE VOCÊ É UM BOM CANDIDATO tem de ter visibilidade, tem de ser conhecido pelo que vale ou pelo que sabe. DEIXE ENTÃO DE PENSAR como um EMPREGADO.

Pense como um fornecedor de serviços. Procure um patrão que será, afinal, cliente dos seus serviços.

No futuro será cada vez mais assim; já não há empregos fixos para toda a vida. Acorde, o mundo mudou e vai mudar mais ainda.

NÃO SE ESQUEÇA, PORÉM, QUE ISSO AUMENTA MUITO SUAS RESPONSABILIDADES. Faça uma lista daquilo em que você é reconhecido como MUITO BOM. E uma lista daquilo que poderia acrescentar ao seu CURRICULUM.

Alguns economistas e gestores que seguem ideias, comportamentos e fórmulas da Era Fabril estarão em desacordo total comigo. Mas lembro-lhes que já passámos a Era da Informação, a Era do Conhecimento e estamos na ERA DO INTELECTO (ou Era Conceptual). As regras mudaram. E os desafios mais ainda (ver ilustração acima).

Nelson S Lima/Instituto da Inteligência/Director da EURADEC Inglaterra (www.euradec.eu)
Será que os actuais modelos de gestão servem para a economia do século XXI? Não. Na verdade, a gestão actual não é assim tão moderna pois resulta simplesmente de adaptações das formas de gestão inventadas nos longínquos finais do século XIX, na Revolução Industrial.
Hoje, os mercados, a concorrência e a velocidade dos acontecimentos e da informação tornaram a gestão numa disciplina a precisar urgentemente de ser re-inventada apostando especialmente nas dimensões Intelecto, Iniciativa, Criatividade e Paixão!
(lido em The Future of Management, de Gary Hamel, professor de Gestão Internacional e Estratégia na London Business School, director do Lab Management Innovation e autor de best-sellers como Leading the Revolution).

As novas exigências do mercado de trabalho (a nível global)

Não é mais o mercado que vai se adaptar ao perfil das pessoas. Elas precisam estar em constante mudança para adaptarem-se ao perfil do mercado. O trabalhador precisa acompanhar as tendências e conjunturas e estar preparado para ir se adaptando a elas o tempo todo. Neofilia, o gosto pelo novo, pela mudança, é a palavra de ordem na seleção profissional.
Competências, Habilidades e Atitudes do Profissional do Século XXI:
- Capacidade de trabalhar em equipe
- Domínio de vários idiomas
- Domínio de informática
- Autodidatismo (aprender sozinho)
- Reciclagens periódicas (formação contínua)
- Actualização permanente
- Neofilia (a procura de novidades e alternativas)
- Cidadania e responsabilidade social
- Habilidade na tomada de decisões
- Capacidade de gerir muita informação
- Capacidade de associação de idéias
- Habilidades de liderança
- Visão de conjunto.

Novos caminhos da Economia

«O estudo sistemático dos fundamentos biológicos dos comportamentos e dos processos ativados nas escolhas econômicas já definiu um novo âmbito de pesquisa transdisciplinar – a neuroeconomia – que se tornou ponto de confluência de estudos de neurociências, economia e psicologia e se candidata como alternativa à visão neoclássica da economia, segundo a qual o Homo oeconomicus age dentro dos vínculos de uma racionalidade perfeita, que pode ser formalizada e tende à maximização da utilidade esperada.»

Entrevista de Nelson S. Lima (Instituto da Inteligência) ao Diário da Manhã (Brasil)
É um trabalho da autoria da jornalista Giselle Vanesa Carvalho que aqui reproduzimos dado o seu interesse:


"Telepatia hi-tech criada pela união de neuromedicina e marketing promete abrir pela primeira vez a caixa-preta do cérebro. Juntas, as disciplinas encontraram em truques tecnológicos, como a ressonância magnética e a tomografia computadorizada, o caminho para entrar na mente do consumidor e descobrir desejos dos quais nem ele próprio está consciente. Roteiro de ficção científica? Nem pensar. Isso se chama neuromarketing. Depois dele você nunca mais verá um comercial de tevê da mesma maneira.

Para a previsão tecnológica do futuro, o neuromarketing recorre a técnicas sofisticadas de imageamento capazes de identificar na tela do computador, por meio de gráficos coloridos e em terceira dimensão, o funcionamento de cada pedacinho do “chip” da cabeça do consumidor. Por meio da tomografia de ressonância magnética funcional, os cientistas produzem imagens coloridas da troca de substâncias no cérebro e registram instantâneos da localização e intensidade da atividade cerebral.

Sinais de radiofreqüência fornecem a imagem das alterações no fluxo sanguíneo e na oxigenação em determinadas áreas cerebrais. O processo também mostra como a intensidade cerebral se altera diante de anúncios publicitários. É assim, por meio da atividade elétrica cerebral, que os neurocientistas esperam explicar o que move a decisão das compras e, por tabela, o mundo da publicidade.

Eles querem saber o que o consumidor deseja antes mesmo que essa decisão passe do cérebro para a boca. Os neuromarqueteiros pretendem, com a ajuda da Medicina, mapear a forma como cada neurônio reage ao estímulo de uma campanha publicitária ou ao sabor de um alimento. O objetivo é chegar ao genoma da vendas.

“DNA” comercial que sirva, por exemplo, para que um fabricante de alimentos possa escanear o cérebro de um consumidor-cobaia de forma que isso permita conhecer sua reação cerebral no mesmo instante que a comida chegar à sua boca. A informação que o paladar manda para o cerébro. Dados que possam nortear campanhas publicitárias e estratégias de marketing que garantam retorno total do investimento.

Tecnologia – Em termos práticos, o neuromarketing engaveta os tradicionais questionários padronizados, as entrevistas individuais e as discussões dirigidas num grupo de potenciais compradores, para dar vazão a fios conectados à energia elétrica e uma memória computadorizada. As pilhas de papel dão lugar a uma máquina capaz de constatar os mecanismos que conectam estímulos e respostas e tornar visível lembranças, associações ou emoções que as pessoas testadas não conhecem ou não admitiriam abertamente.

O neuromarkenting confirma a tese do presidente do Instituto de Neurociências Cognitivas (USA), Michael Gazzaniga, de que “o cérebro sabe e age antes de nós percebermos isso”. O mapeamento do gene do consumo para entender o que desencadeia a corrente de desejos por determinados produtos já tem o aval financeiro.

O neuromarketing vem sendo estudado desde os anos de 1990, mas pela primeira vez a ferramenta começa a se materializar graças a altos investimendos de empresas como a General Motors, Ford, Daimler Chrysler, Coca-Cola, Kodak, Levi-Strauss e a Delta Airlines. A neurologia das vendas custa caro, mas essas companhias decicidiram financiar as pesquisas para usar o neuromarketing num futuro próximo como forma de assessorar as pesquisas de mercado tradicionais.

Para investimento na pesquisa de comportamento do consumidor são necessários entre US$ 250 milhões e US$ 300 milhões por ano. Na Inglaterra, o investimento é de US$ 26 por habitante. Acreditem: querem abrir seu cérebro.

Actividade cerebral desvendada

O neuropsicólogo do Instituto de Inteligência de Portugal, Nelson S. Lima, explica que não há um botão para o consumo porque a tomada de decisões envolve várias regiões do cérebro que atuam de forma seqüencial num curto espaço de tempo. Segundo ele, a atividade prática do neuromarketing até agora se limita a fotografia do cérebro no instante exato da tomada de decisão. O grande avanço científico foi conseguir ver na prática como as funções (emoção, memória, raciocínio) cerebrais são ativadas diante de um estímulo.

Segundo Nelson, o neuromarketing é, na verdade, uma disciplina de investigação de marketing que estuda o consumidor ao nível do sistema cérebro/mente. O objetivo seria o de obter dados e informações relevantes sobre os processos e as variáveis mentais que possam explicar melhor as expectativas, preferências, motivações e comportamentos relacionados com o consumo e ajustar melhor as estratégias de marketing das empresas. “Os indivíduos são testados e observados em laboratório diante de produtos, marcas e mensagens publicitárias que pretendam chegar ao mercado com garantias de êxito nas vendas.”

Os marqueteiros buscam atingir as camadas mais profundas da mente humana, mas ainda estão dando os primeiros passos rumo ao desconhecido. Apesar da fase inicial dos estudos, o neuromarketing já é visto como uma ferramenta certa de que implementará novos conceitos mercadológicos e inaugurará metodologia para que as empresas sobrevivam às turbulências dos mercados e adquiram vantagens competitivas. Para o publicitário Jorcelino Braga, o neuromarketing é uma espécie de evolução tecnológica da pesquisa qualitativa.

“É algo novíssimo, mas fascinante. A polêmica em torno do assunto existe, mas toda tecnologia recém-chegada tende a deixar as pessoas assustadas. Isso também aconteceu com o lançamento da qualitativa porque ela trata da reação ao estímulo”, diz Jorcelino. Para Nelson, a longo prazo, o estudo do cérebro enriquecerá o conhecimento sobre o comportamento do consumidor. “Eles deixam de contar apenas com estudos subjetivos, impressões e estatísticas e passam a dispor de pesquisas mais amplas e ricas em conteúdo informativo”.

O publicitário goiano vê no neuromarketing a possibilidade de desvendar a caixa-preta do cérebro, que é o sonho de todo o ser humano. Segundo Jorcelino, grupos de discussão do tema precisam ser reforçados no Brasil. Os debates ainda estão restritos as grandes corporações que custeiam os estudos. “O neuromarketing abre um novo mundo, fornece novos campos de pesquisa aos profissionais da área”.

VOCÊ CONHECE OS SEUS LIMITES?

ESTEJA ATENTO AOS SINAIS
Artigo de Nelson S. Lima (neuropsicólogo e investigador na EURADEC, Alemanha).

O perigo maior no mundo de hoje tem origem quer no excesso de estimulação quer nos problemas adaptativos relacionados com a mudança (uma característica da vida). Nosso organismo tem uma margem de segurança ampla e por isso nós até somos capazes de nos surpreender com as suas possibilidades de resistência quando enfrentamos algum desafio insuperável para outras pessoas.
Nós vivemos num ambiente sobrestimulado no capítulo sensorial, especialmente estímulos visuais e auditivos. Esta sobrecarga em todo o mundo urbanizado e industrializado está afectando milhões e milhões de pessoas, incluindo nossos filhos. Vivemos numa sociedade cheia de luz, brilho, sons e movimento. Da sociedade pacata dos tempos antigos passámos para uma sociedade que chega a ser desconfortável pelo excesso de estímulos díspares e caóticos.

PENSAR RÁPIDO. AGIR DEPRESSA.
Em nossa época, o bombardeamento dos sentidos não está sozinho. Temos também de enfrentar a aceleração do pensamento e a necessidade de tomarmos decisões rápidas. A aceleração do pensamento é forçada pela quantidade de informações que recebemos e que nosso cérebro tem de processar. A tomada de decisões urgentes resulta do estilo de vida (e de trabalho) que levamos. Ou seja, temos de perceber, pensar e agir rápido sobre um número enorme de questões que exigem resposta.
Leia todo o artigo em:
http://www.gestopole.com.br/article.php?article_id=2020

Universidade do Futuro: o projecto de arquitectura!

Esta é uma das primeiras fotos da maqueta da Universidade do Futuro (Unifuturo), a construir em Portimão, próximo do Autódromo Internacional do Algarve.
A UNIFUTURO será uma escola de ensino superior especializado em áreas das Ciências Sociais e Humanas. Estará vocacionada para o fornecimento de cursos de pós-graduação, especialização, formação contínua, congressos, seminários e outros eventos.
Terá um corpo docente constituído por professores e formadores de várias nacionalidades e integrará um Centro de Investigação do Instituto da Inteligência.
A UNIFUTURO, sendo uma iniciativa privada de âmbito internacional, tem como parceiros diversas instituições nacionais e estrangeiras, nomeadamente universidades e vários organismos públicos.
A UNIFUTURO tem como ambição tornar-se numa das melhores escolas europeias da sua especialidade.

5 inovações que vão mudar o nosso mundo!

A tecnologia faz parte da nossa vida e vai mudando as nossas necessidades à medida que também vai evoluindo. A lista das inovações com potencial de mudança sobre a forma como as pessoas trabalharão, viverão e jogarão nos próximos cinco anos foi agora divulgada pela IBA. Descubra quais são.

Para começar, as tecnologias de poupança de energia solar serão utilizadas no asfalto, nas tintas e até nas janelas. No próximos cinco anos, a energia solar será uma opção acessível para si e para os seus vizinhos, de acordo com o terceiro relatório anual «IBM Next Five in Five».

Até agora, os materiais e os processos para produzir células solares conversíveis em energia solar eram demasiado caros e não permitiam uma adopção generalizada. Com a criação de células solares «thin-film» a situação vai inverter-se, na medida em que estas células são cem vezes mais finas que as células de silicone e podem ser produzidas a preços mais baixos.
Pode surpreende-lo, mas ao que a IBM indica terá uma bola de cristal para saber o estado da sua saúde.

Nos próximos cinco anos, o seu médico será capaz de fornecer um mapa genético que lhe dirá que riscos de saúde enfrentará e quais poderá evitar durante a vida, baseando-se no seu DNA. E tudo isto por menos de 200 dólares (cerca de 155 euros). «Desde que os cientistas descobriram como mapear o genoma humano que novas portas se abriram no sentido de desvendar os segredos dos nossos genes e, assim, prever tratamentos de saúde», sustentam.


Os médicos, por um lado, poderão utilizar esta informação para recomendar mudanças nos estilos de vida e de comportamentos. As empresas farmacêuticas, por seu lado, poderão desenvolver novos e eficientes medicamentos personalizados, à medida das necessidades de cada paciente. «Neste contexto, o mapa genético transformará radicalmente a saúde nos próximos cinco anos e vai ajudá-lo a tomar melhor conta de si mesmo».


Outra inovação será o poder falar para a Internet e a Internet responder-lhe. A forma de aceder à Internet «vai alterar-se radicalmente» nos próximos cinco anos. No futuro, será capaz de surfar na Internet num modo mãos-livres, recorrendo apenas à voz e deixando de ser necessário o teclado, por exemplo.


As novas tecnologias mudarão a forma como as pessoas criam, constroem e interagem com os sites de informação e comércio electrónico, na medida em que a voz substituirá o texto. Imagine enviar e responder a emails e mensagens instantâneas sem escrever. Terá a capacidade de procurar verbalmente na Internet a informação e recebê-la de volta, como se estivesse a ter uma conversa com a rede.


Poderá ter as suas próprias assistentes digitais de compras. Já alguma vez lhe aconteceu estar numa loja apertada e não encontrar ninguém que ajude a procurar o que precisa? E os amigos já lhe disseram que determinada roupa fica-lhe mesmo a matar? Nos próximos cinco anos, os consumidores confiarão muito em si mesmos e nas opiniões dos seus pares para tomar decisões relativamente às compras que fazem, não esperando pela ajuda dos assistentes das lojas. Uma combinação de novas tecnologias e da nova geração de aparelhos móveis trará progressos significativos à experiência de comprar.


Por fim, mas não menos importante: esquecer-se tornar-se-à uma memória distante. O excesso de informação não o deixa dormir? Esqueça-a. Nos próximos cinco anos será muito mais fácil lembrar-se do que comprou na mercearia ou que tarefas têm de ser feitas, com quem falou numa conferência, quando e onde combinou encontrar-se com um amigo, ou que produto viu publicitado no aeroporto. Tudo isso será possível porque os detalhes da vida do dia-a-dia serão gravados, guardados, analisados e disponibilizados por aplicações inteligentes portáteis e estáticas, no momento e lugar apropriados (fonte Agência Financeira).

Segredos da Memória

Resumo da entrevista de Nelson S Lima, do Instituto da Inteligência, à jornalista Cláudia Faria, da revista SÁBADO.

Cláudia Faria - A memória é um tema muito estudado pelos investigadores portugueses?
NL - A memória, porque é uma das mais importantes e indispensáveis capacidades para a vida, é um tema que tem sido abundadantemente estudado pelos neurocientistas de todo o mundo. Em Portugal, a neurociência está a dar os seus primeiros passos e muitos investigadores nacionais têm-se interessado não apenas pelo estudo da memória enquanto função central do cérebro mas também pela relação desta com as emoções, a personalidade, as doenças neurológicas, o envelhecimento, etc.
CF- Qual é o aspecto da memória que mais usamos no dia-a-dia?
NL- Usamos vários tipos de memória segundo a duração do tempo de fixação (imediata, de curto prazo e longo prazo), diferentes categorias segundo a modalidade cognitiva (memória episódica, memória semântica, etc), o tipo de função (verbal, espacial, musical, etc), os estímulos envolvidos (auditiva, visual, táctil, etc) e o nível de cognição utilizado (memória implícita ou não-consciente e memória explícita ou consciente). A memória mais central é a chamada "memória de trabalho" ou "operacional" que usamos permanentemente a fim de sermos capazes de ligar os acontecimentos momento a momento e executarmos tarefas com uma percepção sólida e coerente de continuidade.
CF - É possível criar memórias de coisas que nunca aconteceram?
NL - Memorizamos ideias, intenções, projectos, imagens e interpretações de acontecimentos que nunca presenciámos ou que, em si mesmo, nunca se concretizaram. Na verdade, memorizamos pensamentos que são acontecimentos mentais.
CF - Como se consegue discernir entre uma verdadeira recordação e uma falsa memória?
NL - A verdadeira recordação de tipo fotográfico ou audiográfico não existe a 100%. O cérebro, pela forma como evoca as memórias previamente registadas, altera as recordações pelo que um mesmo conteúdo pode assumir diferentes aspectos. É o caso, típico, da memória de um acidente presenciado por alguém que estava no local. Essa pessoa vê, interpreta e fixa todo um conjunto de dados que podem ser ampliados, reforçados ou reinterpretados devido às opiniões de outras testemunhas com quem troque impressões. A memória também faz interacção com as emoções pelo que duas pessoas ouvidas em separado podem descrever um mesmo acontecimento usando diferentes perspectivas e abordando-o de ângulos igualmente não coincidentes. Por isso é que os juizes ouvem as declarações das testemunhas em busca da verdade que resulte da filtragem de todos elementos: factos, similariedades de relatos, contradições, ideias, etc.
CF - Porque é que umas pessoas têm melhor memória do que outras?
NL - Isso depende de muitos factores (biológicos, psicológicos, ambientais, etc) que entram jogo na dinâmica da memória. Há pessoas que têm melhor memória auditiva, outras visual, e por aí adiante. Mas, em geral, a memória das pessoas funciona plenamente e sem perturbações. Mas os factores que mais prejudicam a saúde da memória são o stress, a fadiga, a alimentação incorrecta e o envelhecimento.
CF - Quais são as melhores estratégias para recordar? Pode dará alguns exemplos práticos do dia a dia? O que é que diariamente as pessoas podem fazer para melhorar a memória?
NL - As melhores estratégias para recordar começam com uma que é prioritária: a atenção aplicada nas actividades ou nos dados que queremos mais tarde recordar. A pressa e a desatenção são inimigas da memória pelo que devemos adoptar algumas regras básicas como buscar várias fontes de informação (por exemplo, para estudar um tema é útil fazermos uma pesquisa em torno do mesmo e não apenas uma apressada leitura), utilizar vários sentidos e dispositivos gráficos (ver, ouvir, imaginar, desenhar, fotografar, etc), etc. A memória é multifocal e, por isso, o registo pode ser amplificado se soubermos aceder às várias modalidades de aprendizagem. Actualmente há actividades que podem ajudar a reforçar o desempenho cognitivo, nomeadamente o da memória. Por exemplo, os exercícios de neuróbica e de neurofitness podem ajudar na qualidade da memória ( www.neurofitness.blogspot.com).
CF - O ambiente, os hábitos e a educação influenciam a memória?
NL - Influenciam muito. Por exemplo, os hábitos de trabalho e o sentido de organização são determinantes. O trabalho executado com um plano prévio de tarefas (por exemplo, desdobrá-lo por etapas) ajuda o cérebro a facilitar o registo das informações que lhe são dadas. Também o ser-se organizado na disposição dos elementos que queremos aprender (dar-lhes uma classificação de prioridade, objectivos, etc) reforçam a capacidade de memorização.
CF - Qual é a importância da alimentação e do sono no que concerne à memória?
NL - São factores muito importantes. A alimentação saudável é regrada e equilibrada e, por isso, fornece nutrientes vitais para a função cerebral. Se assim não for, se nos alimentarmos de forma "desonesta" e adulterada expomo-nos a doenças, à rigidez cerebral e mental e ao declínio cognitivo (o excesso de radicais livres simplesmente fere de morte as células nervosas e diminuem as capacidades mentais do pensamento e do raciocínio). Também a falta de sono prejudica a memória: não apenas porque reduz a capacidade atenção como também complica todo o esforço metabólico ligado à fixação de memórias que a nível celular o cérebro necessita realizar durante as horas em que dormimos).
CF - Qual é a melhor hora do dia para memorizar coisas?
NL - Depende das pessoas. Geralmente, os introvertidos parecem fixar melhor durante a manhã enquanto que as pessoas extrovertidas memorizam melhor à tarde e ao fim do dia. De facto, a natureza da personalidade parece ter uma palavra a dizer visto que ela tem como alicerces determinadas estruturas biológicas que também estão implicadas na memória e noutras actividades cognitivas.
CF - Deve-se estudar na véspera de um exame?
NL - Talvez as pessoas precisem de estudar nas vésperas de um exame por diferentes razões: umas porque querem reforçar e consolidar o que já sabem, outras porque se sentem mais seguras, enfim, outras porque acreditam que assim é melhor e ficam mais tranquilas. Mas o ideal é mesmo fazer-se uma aprendizagem gradual (diz-se significativa) que dê tempo à consolidação dos conhecimentos. Estudar de véspera pode gerar ansiedade suficiente para bloquear a memória. Isso acontece com 20 a 30% dos alunos das nossas escolas.
CF - Tudo o que vivemos fica gravado em algum lugar da nossa memória?
NL - Parece que sim. Estima-se que o cérebro de uma pessoa culta de 80 anos pode ter armazenada informação suficiente para que encher 30 milhões de livros de 500 páginas e que se distribui por diferentes categorias de memória: autobiográfica, semântica e procedimental. O que acontece é que a grande maioria da informação está indisponível quer no subconsciente quer no inconsciente das pessoas a fim de libertar a mente daquilo que seria um pesadelo se estivessem impedidas de esquecer.
CF - O que é um dejá vu?
NL - É um sentimento de revivescência de algo passado e não de uma recordação. Resulta de coincidências de natureza subjectiva presentes num determinado momento e que captamos de forma emocional.
CF - O que é a amnésia?
NL - Significa falha ou perda de memória. Em certos casos patológicos pode assumir formas e graus de gravidade diversas. Existem também as alterações qualitativas da memória (paramnésias) e também os chamados "transtornos do reconhecimento". São diferentes patologias e cuja repercussão na qualidade de vida varia de caso para caso.
CF - Porque é que retemos umas memórias e não outras?
NL - Geralmente retemos e lembramo-nos depois melhor aquelas memórias que nos marcam emocionalmente ou que foram significativamente importantes para nós.
CF - Sem a memória não poderíamos aprender e por consequência evoluir enquanto espécie. Qual é a verdadeira importância que a memória tem para o ser humano?
NL - A nível individual ela permite-nos construir o nosso eu a partir da elaboração mental da nossa própria história de vida dando-nos um sentido de existência e de coerência entre as diferentes vivências quotidianas. A nível colectivo ajuda-nos a desenvolver o sentido social e de pertença que une todos os membros da comunidade e da propria espécie.
CF - Conseguimos compreender de facto como funciona o cérebro ao nível da memória?
NL - Embora nem todos os fenómenos estejam totalmente descodificados o funcionamento da memória está bem compreendido hoje em dia.
CF - Quais foram as últimas descobertas cientificas sobre a memória?
NL - Houve várias. Destaco principalmente as que se têm debruçado sobre a relação entre as emoções e a memória, as que estudam os processos degenerativos que podem afectar a memória devido ao abuso de drogas, álcool e tabaco, stress, ao envelhecimento, a lesões no cérebro e a doenças severas (caso da depressão, Alzheimer, etc.).